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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Blog desatualizado


Que pena! Pena, pena, pena! Eu estava realmente muito animada com este blog, mas as minhas obrigações na vida real (não-virtual) estão me impedindo de atualizá-lo. Eu já estava até pensando em criar um outro blog especial para adolescentes. Bem isso terá que ficar para outra época.
Desculpe o transtorno. Assim que possível voltarei a me dedicar a este blog. Acho que vai demorar um pouco, mas eu volto.
Bem, obrigada a quem me segue.


terça-feira, 19 de abril de 2011

"Dar" para pegar


Vi esse quadro um dia desses e achei muito interessante. Ele é mesmo engraçado, especialmente quando pergunta "ele gosta da Madonna?" hehehe. Mas o que me faz postá-lo aqui é a primeira pergunta do quadro. Você quer dar? Se a resposta for sim, PEGOU. Não existe nem a resposta não; no máximo um "não sei". É incrível como os homens são fracos sexualmente. De acordo com esse quadro, e com o que eu venho verificando ao longo vida, não importa como seja a mulher. Bonita ou feia, simpática ou chata, burra ou inteligente, se quer dar, "pega". A facilidade em levar um homem para cama é tão grande, que não tem nem graça. Mantê-lo em sua vida já não é tão fácil assim.

Mas essa postagem não é sobre a arte de manter um relacionamento e sim sobre a atitude de "dar" ou não. A quantidade que tem por aí de mulheres facilmente dispostas ao sexo não está no gibi (ainda se usa essa expressão?). Para os homens não é muito fácil encontrá-las, como imaginamos. Eles tem que saber identificá-las. A não ser que sejam bonitos ou ricos. Nesses casos, elas aparecem aos montes na vida deles sem que seja preciso sequer estalar os dedos. Mas um homem comum, rodeado por mulheres comuns tem alguma dificuldade, realmente, porque essa é uma questão muito íntima e as mulheres não andam por aí com um cartaz dizendo "Dou no primeiro encontro". No entanto, eles acabam encontrando alguma(s). Se não for a vizinha gostosa com quem anda tendo sonhos eróticos, ele se contenta com a gordinha do trabalho. O importante é ter o que "comer".

Essa atitude, que hoje é algo tão comum em nossa sociedade, dificulta bastante a vida amorosa de garotas mais interessadas em preservar o seu "patrimônio". Não me refiro apenas às virgens (isso mesmo rapazes, ainda existem garotas virgens com mais de 20 anos de idade). Mesmo aquelas que não são virgens encontram uma certa dificuldade em "pegar" um homem se não querem transar logo de cara. Conheço algumas delas, e conheço também alguns dos rapazes que se recusam a ter um relacionamento de mais de um mês com uma garota que não quer transar. Das crentes, então, eles saem correndo. Acham que é perda de tempo ficar com uma garota sem transar. mas isso só acontece porque eles estão acostumados e serem servidos de bandeja.

É claro, ainda existem, em algum lugar, homens que sabem valorizar uma mulher que se valoriza. Se alguém souber onde eles estão, por favor, nos informe. Só que esses caras que adoram pegar uma que quer dar e ignoram as que não querem dar são a grande maioria. Mas o pior nisso tudo é dicotomia da opinião geral. Quando as mulheres resolvem esquecer as frescuras e dar sem dificuldade, perdem o valor e viram objetos descartáveis. Quando se preservam, perdem a graça. 

Na minha opinião, é mais triste tornar-se objeto descartável, mas desse assunto trataremos em outra postagem. Só quero enviar aqui os meus parabéns às nobres mulheres, virgens ou não, que sabem segurar o tchan, para liberá-lo apenas quando merecido. São mulheres que conquistam os homens pelo que são, com sua personalidade, seu jeito de ser, provando que são muito mais do que uma vagina ambulante. Vocês são mulheres de muito valor e merecem um homem que saiba reconhecer isso.









sexta-feira, 15 de abril de 2011

Princesas


Olá, gente boa! O assunto hoje é "princesas dos contos de fadas". As nossas amigas bela adormecida, Rapunzel, Branca de neve, Cinderela, etc. Quem aqui nunca leu ou ouviu suas histórias?

Uma lindíssima moça muito talentosa encontra-se em apuros, até que aparece um encantador príncipe que a protege, salvando-a de todo mal. Ele a desposa e os dois vivem felizes para sempre. 
 
Lindo, não é? Experimenta contar essa história a um grupo de menininhas de 5 anos de idade. Seus olhinhos brilham e elas quase suspiram. A primeira coisa que dizem é "essa sou eu ". Eu falo isso porque sei que é assim. Quem é professora sabe.
Desde criança nós, mulheres, somos reprimidas com a idéia da fragilidade feminina e dependência de um homem que nos proteja. E essa repressão vem disfarçada de encanto nos contos de fadas que lemos na infância e transmitimos de geração em geração. Inconscientemente somos influenciadas por essas histórias a vivermos projetando em nós a fragil e bela princesa a espera de um forte príncipe que a leve para seu castelo, com quem será feliz para sempre. Mas não somos essas princesas, não vivemos no mundo delas e não existe o tal Príncipe Encantado. É engraçado falar assim, mas, mesmo que seja em outras palavras, é assim que pensa a grande maioria das mulheres. E não é culpa delas, nem dos pais, nem dos professores, nem dos irmãos Grimm. É algo tão enraizado que já nem existem culpados.
Queridas amigas, precisamos nos libertar dessa escravidão psicológica a qual fomos e somos submetidas. Não digo que queimem os livros de contos de fadas. Jamais. Eles são um tesouro literário preciosíssimo. O que eu acredito que precisamos fazer é lutar por uma mudança de pensamento. E já que hoje o assunto é princesas dos contos de fadas, o foco é a meninada. Isso mesmo, as crianças. Nossas filhas, sobrinhas, netas, alunas, visinhas, filha da amiga... Não vamos privá-las dos contos de fadas, do romance, do sonho, mas também não as deixemos alienadas. Que elas também ouçam histórias de heroínas, de preferencia reais, de mulheres que foram vitoriosas não por sua graça e beleza, mas por seu caráter e sabedoria, para que elas aprendam a fazer a vida da melhor maneira possível.
Para encerrar esta postagem indico o livro infantil "Procurando Firme", de Ruth Rocha. A história de uma princesa que resolveu quebrar paradigmas. Vale a pena conferir.

Um abraço e um chocolate!
- Nicole -


quinta-feira, 14 de abril de 2011

Começando o blog

Criei este blog para falar sobre as alegrias e tristezas da nossa vida de mulher. Quero comentar aqui as coisas que fazem parte do nosso universo feminino.

Antes da primeira postagem sobre o assunto, quero me apresentar. Sou uma mulher solteira de 34 anos de idade, às vezes romântica, às vezes nem um pouco, que está à procura da felicidade e pretende encontrá-la dentro de si. Não quero, pelo menos por agora, me identificar, prefiro ficar no anonimato porque assim sinto-me livre para falar aqui tanto das minhas vitórias quanto das minhas derrotas. São especialmente as derrotas que me fazem dar início a este blog. Quero acreditar e viver na pele, que nós mulheres podemos ser MUITO felizes se nos amarmos de verdade, independente da aparência e de ter ou não um homem. Quero acreditar, viver na pele e ajudar às outras mulheres a encontrarem essa felicidade.

Começo esse blog na expectativa de aprender a fazer a vida melhor. Compartilhando nossas dores e prazeres, compartilhando opiniões e experiencias de vida.


Siga-me nessa aventura e seja muitíssimo bem-vida.


E para abrir com chave de ouro, um que será o hino deste blog. O que é o que é, de Gonzaguinha.
Amigas, somos nós que fazemos a vida!